Abrir MEI e regularizar o comércio de bairro: o passo a passo real
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Muita gente na região trabalha por conta — salão, lanche, costura, conserto, frete — e adia a formalização por achar que é caro e complicado. Abrir MEI é gratuito e feito pela internet, no Portal do Empreendedor do gov.br, com CPF e título de eleitor ou número do recibo da última declaração de imposto de renda. O que o MEI dá em troca: CNPJ para emitir nota, possibilidade de vender para empresa e para o poder público, conta bancária de pessoa jurídica, maquininha com taxa menor e, o que mais importa e menos se comenta, cobertura previdenciária — aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade. O custo é o DAS, uma guia mensal de valor fixo baixo, atrelado ao salário mínimo e variando conforme a atividade seja comércio, indústria ou serviço. Atenção a este ponto: o MEI que não paga o DAS perde a cobertura previdenciária e acumula dívida, e o que não entrega a declaração anual (DASN-SIMEI) pode ser desenquadrado. São duas obrigações simples que derrubam quem esquece delas. Nem toda atividade é permitida no MEI, e existe limite anual de faturamento. Vale conferir a lista de ocupações antes de escolher o CNAE, porque mudar depois dá mais trabalho do que acertar na hora. Ponto fixo com atendimento ao público pode exigir licença de funcionamento da Prefeitura, o que é separado do CNPJ. Se você atende em casa ou vai até o cliente, na maioria dos casos isso não se aplica.
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Candidato ao governo de SP defende privatização de escolas públicas
Durante um debate entre candidatos ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas defendeu a privatização de escolas, argumentando que essa medida permitiria que as instituições se concentrassem exclusivamente na função de ensinar. Essa proposta, se implementada, poderia trazer mudanças significativas para o sistema de educação pública em todo o estado, incluindo os bairros da Zona Sul de São Paulo, como Jardim Umarizal, Parque Rebouças e Vila Andrade. A discussão sobre a privatização das escolas é um tema relevante para pais, alunos e toda a comunidade, pois pode impactar diretamente a qualidade, o acesso e a gestão do ensino oferecido nas escolas da região. É importante que os moradores acompanhem essas propostas, pois elas moldarão o futuro da educação pública em São Paulo.
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Como pedir tapa-buraco, poda de árvore e troca de lâmpada na sua rua
Buraco na via, galho encostando na fiação e poste apagado são três dos pedidos mais comuns na região — e os três seguem o mesmo caminho. A porta de entrada é o SP156, canal oficial da Prefeitura de São Paulo, que funciona pelo telefone 156, pelo aplicativo SP156 e pelo site sp156.prefeitura.sp.gov.br. Ao abrir o chamado, descreva o ponto de referência com o máximo de precisão: nome da rua, número mais próximo, e se é na calçada ou na pista. Pedido vago costuma voltar como "endereço não localizado" e você perde a fila. Se der, anexe foto — o app aceita. O passo que quase todo mundo pula é anotar o número de protocolo. É com ele que você acompanha o andamento e, principalmente, é com ele que dá para cobrar. Sem protocolo, um pedido não atendido vira sua palavra contra o sistema. Se o prazo estourar e nada acontecer, o caminho seguinte é registrar reclamação na Ouvidoria Geral do Município citando o protocolo original. Reabrir um chamado novo do zero costuma ser pior: você volta para o fim da fila em vez de escalar o que já existe. Vale lembrar que poste de iluminação pública e poste de energia da rede elétrica são responsabilidades diferentes. Lâmpada de rua apagada é Prefeitura, via 156. Falta de energia na casa é a distribuidora.
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